quarta-feira, 24 de março de 2010

"Muita merda pra você"

Muita merda pra você! Ou apenas Merda! É assim que os atores e personas do mundo teatral desejam sorte um para o outro. Por mais que seja engraçada essa forma de querer o bem, esta frase, nascida na França de Molière, o berço do teatro moderno, vem sendo repetida a séculos por todo o mundo. Sua conotação de bonância partiu da grande quantidade de escrementos deixada pelos equinos que puxavam as carruagens que por sua vez levavam os nobres para apreciar os espetáculos teatrais, e quanto mais carruagens nos estacionamentos perante ao teatro, mais merda espalhada ao final do espetáculo e desse modo a enorme quantidade da mesma representava o quanto foi concorrido o evento daquela noite. Ao passar do tempo, a cada início de temporada o mais esperado entre os artistas envolvidos era exatamente “muita merda” espalhada por todo o redor do teatro, e assim foi se criando o hábito de desejar: MERDA!!

Fonte: http://www.vivacultura.org/2010/ler.php?cod=18


Abrçs e mt merda para todos!
Jenny ;-)

segunda-feira, 22 de março de 2010

Homenagens Dia do Blogueiro

Algumas das homenagens q rolou pela blogosfera!!
Parabéns para nós!! :-)
















sábado, 6 de março de 2010

Passerà - Passará

Passerà - Passará

As canções não se escrevem
Mas nascem por si
São as coisas que acontecem
Cada dia em torno a nós
As canções basta colher-las
Existe uma também para você
Que torna mais difícil viver
E não sorri nunca.
As canções são ciganas
E roubam poesias
São enganos como pílulas
Da felicidade
As canções
Não saram
Amores e doenças
Mas aquela pequena dor
Que existir nos dá.
Passará , passará
Se um
Rapaz e uma guitarra estiver ali
Como você, na cidade
A olhar esta vida que não vai
Que nos mata as ilusões
E com a idade das canções
Passará sobre nós
Terminaremos tudo em um banco antes ou depois
Mas porque, e quem sabe
As angústias de uma rica pobreza
A falar dos amores que não tens
A cantar uma canção que não sabes como faz
Porque a perdeu dentro
E se lembra somente
Passará
Em um mundo de automóveis
E de grande velocidade
E por quem chega sempre último
E por quem se fala adeus
Por quem se debate nos obstáculos
Da diversidade
As canções são vaga-lumes
Que cantam no escuro.
Passará antes ou depois
Esta pequena dor que existe em você
Que existe em mim, que existe em nós
E nos faz sentir como marinheiros
Em poder do vento e da saudade a cantar uma canção que não sabes
Como faz
Mas aquela pequena dor que seja ódio, ou que seja amor
Passará.
Passará, passará.
Também se farás
Somente la la la
Passará, passará
E a qualquer coisa uma
Canção servirá
Se a tua pequena dor
Que seja ódio, ou que seja amor
Passará.

(Álbum: Equilibrio Distante - Renato Russo)
(Composição: Aleandro Baldi/Bigazzi/M. Falagiani)

video

segunda-feira, 1 de março de 2010

Novos Poetas Brasileiros: Coleção Primavera Verão

Garimpando blogs alheios, não é que encontro no Brincando com Coisa Séria (http://brincandocomcoisaseria.blogspot.com/2010/02/novos-poetas-brasileiros.html), os melhores momentos da intervenção humorística (tem gente que chama de 'pegadinha') no Sarau das Letras, Casa das Rosas, em São Paulo.
Compartilhando com vcs:

video

Achei ótimoooo: "Eu sou zero, você é um, juramos o nosso amor em PHP. Você e eu, você e eu, Ctrl+C, Ctrl+V."

São eles:
Cia de Humor Olaria GB
http://www.olariagb.com.br
http://twitter.com/olariagb

;-)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Senso de Responsabilidade

Senso de Responsabilidade


Existem autores ilustres, mas pouco conhecidos. O conteúdo de suas obras poderia ser comparado ao daqueles que se imortalizaram. Na verdade, eles estão pouco interessados em ser celebridades. Esperam apenas tocar corações e mentes, ao demonstrar seu ponto de vista acerca da verdade, no tempo e no espaço em que vivem e sonham. São pessoas de bem, do bem e que cultivam o belo. Uma dessas admiráveis figuras, em 1989, lançou o livro “O Senso de Responsabilidade na Sociedade” – Editora Aquariana. Quem já ouviu falar de Torkom Saraydarian?

Ocultista, músico, escritor, por meio de sua obra, faz a conexão entre o mundo espiritual e o quotidiano. Torkom é dessas raras pessoas idealistas e pragmáticas, que vivem intensamente o que pregam e têm a consciência de que a sua pátria é o próprio planeta. Analisando os acontecimentos e o comportamento humano no início desta segunda década do terceiro milênio, podemos reconhecer a importância de suas reflexões para as relações humanas retas na sociedade.

Vivemos uma época de deslumbramento com os avanços tecnológicos. Sentimo-nos poderosos, com a ampliação de nossa capacidade de se comunicar, se deslocar, ver, ouvir, conhecer, conquistar, curar, etc. Endeusamo-nos! E isso aconteceu logo após o fim dos regimes autoritários e totalitários do século passado. Foi tudo tão rápido! É tudo tão recente! Não fomos paulatinamente preparados para conviver com tanto poder e liberdade. As organizações sociais, distantes ou a reboque de tanta inovação, tentam desesperadamente adaptar-se, em caráter de emergência, aos novos cenários. E quantos esforços em vão de abnegados e bem intencionados profissionais das ciências humanas e sociais, na busca de teorias e filosofias eficazes. Realizam pífias mudanças, no instante em que o mundo nos exige revolução. Muitas vezes na contramão, ainda reforçam o individualismo, mantendo a lógica do século das guerras.

Educar para quê? Para a liberdade! Para a disciplina consciente compactuada. Para o respeito mútuo, a tolerância, a cooperação, a participação ativa, o comprometimento com o bem comum e a honestidade. Nesta sociedade global, de organismos e indivíduos cada vez mais interdependentes, não há mais espaço para ganhadores e perdedores. É preciso transformar essa ótica e utilizar estratégias adequadas aos novos tempos. Somos verdadeiramente vitoriosos, quando nas adversidades encontramos soluções compartilhadas de interesses coletivos.

O senso de responsabilidade na sociedade atual, conforme os argumentos de Torkom Saraydarian, aponta um caminho em direção à liberdade sem libertinagem e à evolução tecnológica sem a perda dos sublimes valores humanos universais. E, concomitantemente, podemos ser ancorados e norteados por esta síntese filosófico-religiosa: “só fazei ao próximo o que gostaríeis que ele vos fizesse”, cuja autoria poderia ser atribuída a Sócrates, Buda, Confúcio, Jesus e a tantos outros Iluminados.

por Guido de Castro - Fev/2010
(guidodecastro@hotmail.com)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

...tantas vezes castigada.

"Minha poesia, como lhe sou grato e como me conforta. Logo ela, tantas vezes castigada."

Lyad de Almeida

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A cobaia do “não”

Sou uma defensora do dizer “não” principalmente na educação dos filhos. Acho sinceramente que a vida nos diz muitos “nãos” o tempo todo e que seria cruel demais criar meus filhos sempre ouvindo “sim” e se deprimirem por conta de cada “não” recebido na posteridade, sendo que eles não foram acostumados com isso. Eu recebi “nãos” na infância e sou grata por eles. Mas lidar com isso não é fácil. Quando se trata de alguém que não foi habituado a receber pelo menos alguns “nãos”, complicado também. Mais complicado ainda, digo, mais complicado do que receber o “não” é dizê-lo. Você pode tornar outras pessoas mimadas, incompreensivas, com tendências fortes a frustração e depressão, ou ainda você de repente já tenha essas tendências, visto a necessidade de dizer “sim” com receio de que outras pessoas se afastem, lhe percam o carinho e o respeito. Definir o “sim” ou “não” deve ser resultado de bom senso conforme a situação, a resposta impulsiva pode até demonstrar insegurança, fragilidade, dependência, baixa auto-estima e causar complicações para ambas as partes. E nada melhor do que a verdade. Se algo lhe é pedido, não é necessário mentir para tentar não parecer incapaz por vontade própria, ou como se diz, aparentar ‘má vontade’, mas sempre há uma forma sutil de dizer o que realmente lhe é cabível. Não se pode agradar a todos, e uma vez li que “tentar agradar a todos é o caminho mais rápido para o fracasso”, não havia entendido a princípio o que queria dizer esse ditado, mas após algumas experiências profissionais, entendi a idéia, e me vejo várias vezes caindo nesse erro, tentar agradar a todos. “Cobrir um Santo, descobre o outro”, outro ditado interessante. Por fim, por já pensar dessa forma, me vi obrigada a pelo menos tentar ajudar com as palavras alguém que não sabia dizer “não” e que já sofreu muito por isso. Foi humilhado, explorado e mesmo assim ainda se sentia culpado e incapaz de fazer tudo para agradar totalmente outras pessoas. E olha que maravilha, um belo dia precisei da ajuda dessa pessoa, que sempre me atendeu prontamente e ele disse que não me atenderia, esbocei, óbvio, uma reação aflita quase até que agressiva, visto que nunca ele tinha me negado ajuda e vice-versa. Mas, após longa conversa e argumentação, ele só conseguiu me convencer quando disse: “Não saber dizer ‘não’ destruiu boa parte do que eu era e o gostaria de ser, você quer que eu volte a não dizer ‘não’ de novo?”. Não disse uma só linha a não ser: “Ok, você tem toda razão”. Depois concluí que o meu esforço foi válido, embora ele já tivesse me acostumado tão ‘mal’, tinha que colocar em prática o uso do “não” justo comigo? Rsss. Está certíssimo ele. Ele pode muito bem me atender numa outra situação e tudo bem.

Ah, aproveitei para pesquisar um pouco a respeito e encontrei essas observações sobre o dizer “não”:
>> Não comece pedindo desculpas. Isso poderá sugerir um eventual sentimento de culpa.
>> Pergunte a si mesmo se o pedido parece-lhe razoável e se você quer mesmo aceitá-lo ou não. Sempre que tiver dificuldade em se decidir, provavelmente sua vontade sincera é pelo não.
>> Se precisar de mais detalhes, peça-os antes de decidir.
>> Se chegar à conclusão de que deseja dizer não, faça-o sem rodeios e sem mentiras.
>> Seja breve, dê sempre uma explicação, mas que pareça mesmo uma explicação e não uma série de desculpas.
>> Muitas vezes não basta dizer não. Se desejar ajudar o outro (ainda que não queira fazer o que lhe pediu), ouça com atenção o que ela tem a dizer, exponha o motivo de sua negativa e veja se pode ajudar a encontrar outra solução para o problema.

“Dependendo do grau de submissão que sentimos em relação à opinião dos outros sobre nós mesmos, percebemos maior ou menor dificuldade em dizer não. Às vezes essa dificuldade é conseqüência do medo de parecermos egoístas, grosseiros, chatos, difíceis de lidar ou coisas assim. É fundamental para nosso bem-estar e para nosso senso de liberdade sabermos dizer não ou, caso contrário, podemos arriscar boa parte de nossa felicidade (e até da felicidade de nossos familiares) em função do outro.” (Geraldo J. Ballone - http://www.novaera.org)


Jenny Faulstich

sábado, 2 de janeiro de 2010

Como é estranho datar 2010...

...não pelo número em si, redondinho, até 'bonitinho', mas pelo que eu senti ao datar meu primeiro poema de 2010. Parecia ter sido ontem quando datava 1992. rs
E lá vamos nós, mais um ano, novo ciclo, novos projetos (ou antigos renovados, afinal, reciclagem tá na moda), novas esperanças de que seja o início de uma boa fase.
E assim, reativando a "realidade a varejo", e apresentando uma ideia "jennyal" desejo a todos um ano próspero, bem como diz o Houaiss:
1 que prospera, se desenvolve, progride
2 propício, favorável
3 que tem êxito; bem-sucedido, afortunado
4 que acumulou riquezas; rico, abastado
5 ditoso, feliz, venturoso

Um afetuoso abraço para todos!!
Jenny Faulstich
www.jennyal.com.br