terça-feira, 21 de outubro de 2008

Apresentação: Edinho Miranda

Assim sou eu.

Sou cidadão do mundo!
Escravo da solidão!
Divorciado do amor,
casado com a paixão...
Não quero lares nem uma “vida”!

Apenas ser feliz!
Felicidade,
precisa de sorrisos,
E sorrisos, não posso lhe proporcionar por toda a vida!
Quero então, o melhor de ti.
O sorriso também! Mas este, sempre será teu!

Quando comigo estiveres
Que não exista mais nada,
Apenas, você e eu, em um só nós!
Sem medos ou pecados
Sem roupa ou pudor

Apenas dois corpos jogados,
Gelados, suados, cansados
Corações acelerados
E um momento imortalizado
Amor!, sofrimento...esperança. Não!!!!
Prefiro lembrar-te eternamente a sofrer uma “vida”

Incêndio, chuva, vendaval
Infindável ritual,
a cada chegada, a cada despedida
Não me queiras como seu
Faça-me apenas, seu ponto de partida.

4 comentários:

Dayana disse...

Cada vez que leio esse poema, gosto mais!

Alessandra disse...

...eu também ...e sinto uma vontade imensa de chorar!

Anônimo disse...

eu depois de ler isto tb fiquei com vontade de chorar, mas gostei da parte do sexo, porque a dor é um excelente afrodisiaco e a combinação das duas tornou o poema genial.
tudo de bom
Pepe Legal

Anônimo disse...

eu depois de ler isto tb fiquei com vontade de chorar, mas gostei da parte do sexo, porque a dor é um excelente afrodisiaco e a combinação das duas tornou o poema genial.